TÓPICO WIICLUBE – Especulações indicam que Nintendo continua no caminho errado com o Virtual Console
A sempre confiável Emily Rogers fez um artigo esclarecendo melhor as informações que ela postou no Twitter a respeito dos possÃveis planos da Nintendo para o Virtual Console.
Primeiro ela resume o processo para lançar um jogo no VC do Wii U e porquê as pessoas que já o possuem no Wii são cobradas de novo (mesmo sendo uma taxa menor). Para a Nintendo – ou qualquer outra empresa – colocar um jogo clássico no VC do Wii U é necessário:
- Programar e testar o jogo para que ele rode na TV e no GamePad sem nenhum problema – mesmo emuladores de PC não são 100% em alguns casos.
- Implementar funcionalidades do Miiverse em cada jogo.
- Criar uma comunidade pra cada jogo.
Isso já tinha sido dito pela Nintendo e pode servir de justificativa para cobrarem uma pequena taxa de ‘atualização’ daqueles que já têm os games. Entretanto seria uma atitude inteligente da Big N simplesmente dar a nova versão sem custo, atraindo as pessoas para sua loja online.
Mais ainda, esses requisitos provavelmente irão desencorajar outras empresas e não teremos no Wii U a mesma quantidade de jogos clássicos vista no Wii – a não ser que a Nintendo se proponha a ajudá-las de alguma forma.
Vamos agora ao tópico mais importante: interação entre jogos do Virtual Console do Wii U e 3DS.
- Jogos de VC do Wii U não serão gratuitos no 3DS; você precisará pagar mais uma taxa para usá-los no portátil.
- Apenas jogos que estejam disponÃveis nos dois VC terão essa funcionalidade.Â
- Mais novidades devem ser anunciadas ao longo do ano.
Se esse for mesmo o plano da Nintendo, mais um ponto negativo pra empresa que afetará justamente os consumidores fiéis. Quem comprou muito jogo de VC no Wii, adotou o Wii U no inÃcio e tem um 3DS terá que pagar TRÊS vezes pelo mesmo jogo?
Mesmo que a taxa seja pequena, a atitude é mercenária e injustificável. Apple, Netflix, bandas independentes, etc, já mostraram como se faz sucesso no mundo digital: torne a experiência tão simples, tão acessÃvel para que as pessoas não vejam barreiras ou motivos para pensar duas vezes antes de gastar um trocado.
E pra terminar minha indignação, onde está o sistema de contas? A ideia de passar um jogo do Wii U para o 3DS remete à transferência de Miis entre os aparelhos – ou seja, suas compras continuam sem proteção alguma. Aparelho quebrou, já era – especialmente para quem não mora nos EUA e não pode enviar seu console/portátil para a Nintendo.
Lembrem-se que as informações apresentadas sobre o VC do Wii U e 3DS ainda são especulação, mas como a fonte é boa (e o histórico da Nintendo na área, não), achei válido fazer essa reflexão.
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- 13 comentários
- Pellicano | 28 de abril de 2013 | 21:58 | 3DS |3DS XL |Artigos |eshop |Topico WiiClube |Virtual Console |WiiU []
Artigo – Explorando CPU, GPU e os diferenciais técnicos do Wii U
“Voltando a 2012, vemos uma evolução dessa configuração no Nintendo Wii U, onde temos um co-processador ARM11 (chamado de Starlet 2 pela comunidade hacker) com 1 gigabyte de memória DDR3-1600 (transferência em dual-channel de 12,8 GB/s e é um detalhe que representa potencial gargalo em relação aos outros consoles) à disposição para ser usado no sistema operacional do console ao mesmo tempo que o outro gigabyte do mesmo tipo é compartilhado entre o processador central Espresso e o processador gráfico Radeon.”
Esse é apenas um trecho do artigo feito por Emanuel Laguna, leitor do WiiClube e editor no MeioBit Games, fez sobre o lado técnico do Wii U. É muito interessante para quem gosta dessa área e vai ajudar um pouco a entender melhor o console, em especial seus diferencias que são ao mesmo tempo vantajosos e desafiadores para os estúdios.
Leia na Ãntegra clicando aqui
Brasil Game Show – WiiClube foi, testou o Wii U e conta tudo pra vocês
Impostos, atrasos, pirataria. Temos muitos problemas com games no Brasil, mas nos últimos anos as coisas vêm melhorando – e muito. Começamos a receber jogos dublados/legendados, mais ações de marketing locais, fabricação de console e (alguns) games por aqui e lançamentos no mesmo dia que os EUA.
Porém a Nintendo, que sempre nos parece mais lenta nesse quesito, protagonizou dois eventos dos mais marcantes: a apresentação de hardwares ainda não lançados ao público. No ano passado foi o 3DS e nesse ano, na feira Brasil Game Show, foi a vez do Wii U roubar a cena.
Tive a oportunidade de experimentar vários jogos e finalmente colocar minhas mãos no console e em seu controle Tablet. Nesse post irei resumir brevemente as impressões que tive com as demos e com o aparelho.
Clique abaixo para continuar lendo (o nome de cada jogo é link para o que postamos sobre ele no WiiClube).
WiiClube – Uma breve discussão sobre o modelo ‘free to play’
“Por que os jogos online free-to-play não estão mais presentes em consoles? Você deve perguntar isso à Microsoft e Sony. Vemos um futuro ideal em que consoles serão focados em free-to-play. É isso que eu quero ver no futuro. Mas infelizmente nem todos compartilham dessa visão devido à inúmeros motivos.” - Cevat Yerli, CEO da Crytek
Hoje mesmo estava discutindo com amigos essa questão de jogos gratuitos sendo o futuro, a explosão do Facebook e as produtoras perseguindo o modelo como se fosse salvador e a solução de todos os problemas. A questão é muito complexa porque nosso mundo evolui mais rápido do que temos tempo de analisar as coisas.
O que me incomoda (demais) nesse modelo é como as empresas esperam nos convencer a pagar adicionais após darem a base ‘de graça’. A esmagadora maioria dos games free-to-play hoje em dia nada mais são do que pay-to-win (pague para ganhar). Ou seja, você tem acesso aos elementos mais básicos, mas se não pagar por armas, veÃculos, fases, etc, fica preso a algo repetitivo e sem progressão.
Óbvio que as produtoras querem (e merecem) ganhar dinheiro, não espero ter tudo do bom e do melhor sem pagar por isso. Entretanto quando somamos a quantidade de micro-pagamentos desses chamados free-to-play, será que não acabamos pagando muito mais do que um jogo completo, apenas com a diferença de as despesas serem diluÃdas ao longo do tempo?
Mais ainda: se todos abraçarem a ideia do free-to-play significa que não existirão aventuras completas e prontas, do começo ao fim, para eu sentar e jogar sem ter que me preocupar com upgrades no meio do caminho? Ou será que pensam em publicidade (como uma patente da Sony indicou há algumas semanas) para cobrir parte dos custos de produção? Aliás, essa segunda opção seria terrÃvel, mas não duvido de nada atualmente.
Esse papo de ‘mudar o modelo porque ele não dá certo’ me parece focado no lado errado, no consumidor e seu desinteresse. Sim, temos mais opções de entretenimento hoje, mas o real problema está no lado das produtoas e fabricantes que, ao desenvolverem máquinas e engines gráficas cada vez mais poderosas, obrigatoriamente ampliam seus gastos com pesquisa, desenvolvimento, artistas, programadores, etc.
Quer fazer um game nas proporções do filme Avatar? Espere pagar o preço por isso, mas não espere que a audiência corresponda só porque seu produto é ‘um marco tecnológico’. Muita gente à s vezes se satisfaz com algo criativo ou mais ‘simples’ e básico. Inclusive o discutido desinteresse do consumidor está muito atrelado à mesmice que a indústria dos jogos vem oferecendo ano após ano no que diz respeito aos ‘grandes tÃtulos’.
Claro que há espaço para todos, desde os free-to-play, casuais, tradicionais, hardcore e blockbusters. Entretanto fico com a impressão de que todos querem fazer apenas blockbusters, ter o próximo Angry Birds, o novo Call of Duty, o World of Warcraft ‘killer’. Aà não dá, porque lÃderes sempre foram e sempre serão poucos.
Via CVG
[Wii U] Rumores técnicos, perigo futuro contra a nova geração e mais
O Kotaku fez um longo artigo sobre o perigo que o Wii U tem de tornar-se obsoleto após dois anos do lançamento. Algumas fontes indicam que o console terá dificuldades quando PS4 e X720 forem lançados já que sua arquitetura não será tão atrativa para as produtoras portarem games.
Do outro lado, Reggie diz que o cenário é bem diferente do que o que tÃnhamos com o Wii, sendo que o Wii U é bem capaz de rodar os jogos atuais e não terá essa diferença tão grande em relação aos futuros aparelhos da concorrência (em termos de arquitetura). Além disso o fato de o Wii U ser HD e ter uma boa rede online são, na opinião de Reggie, dois atrativos que o Wii não tinha e que tornavam ports ainda mais arriscados.
Vamos a um resumo das especulações do artigo:
- O Wii U pode ser visto como 4 vezes mais poderoso que o X360, mas isso é relativo pois depende de muitos fatores.
- A RAM de 2GB e a GPU avançada da AMD teriam um gargalo na CPU, que possui menor velocidade para manter o calor e o barulho do console baixos.
- A CPU é capaz de processamentos avançados, mas tem suporta menos instruções que a do X360.
- O Wii U roda jogos de PS3/X360 com pouca dificuldade, com performance de DX9 e capacidades de DX11.
- A CPU pode vir a ser um problema no futuro.
A engine Unreal 4 requer performance e capacidades de DX11 – nesse aspecto Reggie citou que a Epic não tem a engine finalizada para tirarmos conclusões, o que pode ser sinal de que a Nintendo tem mantido conversar com a empresa para tornar o Wii U passÃvel de rodar o futuro motor gráfico.
Via Kotaku
E3 2012 – Breve impressão sobre o Wii U e porque a Nintendo tem tudo nas mãos (de novo)
Há 6 anos a Nintendo prometia uma revolução no mundo dos games. A promessa foi cumprida. Há 6 anos a Nintendo dava seu passo mais arriscado da história, ignorando os mantras técnicos do mercado. O risco valeu a pena.
6 anos depois, a Nintendo já começa a E3 2012 de forma completamente inesperada. Dois dias antes de sua conferência – e um antes da concorrência, um movimento bem esperto diga-se de passagem – o presidente Satoru Iwata apresentou ao mundo o Miiverse.
O conceito pode ser entendido no resumão que fiz nesse link, por isso não usarei esse espaço para explicar do que se trata a nova visão social e online da Big N.
É até difÃcil acreditar que a Nintendo está mesmo implementando tantas interações e relações sociais no Wii U, ainda mais vindo de uma empresa tradicionalmente protetora e paranóica com a privacidade.
Aplicativo de smartphone e acesso via navegador? Troca de vÃdeos, imagens, mensagens e chat instantâneo com amigos? Overlay do Sistema Operacional que permite pausar um game para acessar a internet, falar com amigos e sabe-se mais lá o que os (lindos!) engenheiros da Nintendo estão preparando?
Esse é mesmo um console Nintendo?!
Sim, ele é. Ele é justamente aquilo que costumamos receber dela. Novos conceitos, alguns correndo atrás para tirar o atraso e outros mirando no futuro ao arriscar, de novo, como serão as relações entre jogadores e consoles nos anos a seguir.
A E3 2012 não poderia ter começado de forma mais animadora. A apresentação de ontem deixou o campo aberto para termos uma conferência abarrotada de games, anúncios e trailers. E a única coisa que falta para o Wii U é mostrar seu recheio. Porque a embalagem já me convenceu.
[Wii U] Rayman Legends e o potencial para uso de NFC no Wii U – pense grande!
O trailer de Rayman Legends para Wii U não é interessante apenas por ser um novo jogo do console anunciado – e um novo Rayman LINDO, diga-se de passagem. Nele foi possÃvel vermos dois usos dos controle, um simples e outro com potencial incrÃvel. Vamos primeiro ao básico.
Com a tela sensÃvel um jogador menos experiente por exemplo pode interagir com os demais movendo elementos no cenário. No caso, vemos a menina manipulando plataformas enquanto os amigos controlam os personagens. Isso pode ser expandido para minigames, desenhos no mundo de jogo e por aà vai. Tudo dependerá do tipo de game e das ideias dos estúdios.
Ok, chega, vamos ao que interessa: Near Field Communication (NFC). O controle do Wii U terá essa tecnologia que troca dados apenas pela proximidade. Em Rayman Legends a Ubisoft fará algo parecido com Skylanders, em que bonecos reais são transportados para dentro do game.
No trailer vemos isso com um Rabbid e, claro, fica só o teaser do que o boneco de Assassin’s Creed fará. Mas pensem só nisso: Assassin’s Creed 3 sairá no Wii U. E se o boneco funcionar nos dois jogos? E se ele trouxer elementos de um jogo no outro?
Mais ainda, pensem nas possibilidade de parcerias entre empresas – de games ou não – com essa ferramenta. Mc Lanche Feliz com bonecos de games ou do Ronald para aparecerem em jogos ‘parceiros’. E o jogo nem precisa estar pronto pra isso no lançamento já que um simples patch habilitaria o conteúdo adicional.
Vamos mais longe? Tá bom, digo só uma palavra: POKÉMON. E pronto, imaginem aÃ.






























estúdio helme